terça-feira, 21 de março de 2017

Dia Internacional da Síndrome de Down


Uma homenagem a todos os meus alunos com Síndrome de Down neste dia! Só quem abre o coração para conhecê-los sabe que este cromossomo a mais não os diminui, muito pelo contrário. Amo demais!!!

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Abordagem lúdica para o AEE dos estudantes com Transtorno do Espectro Autista

Estudantes com autismo apresentam dificuldades na aprendizagem de habilidades sociais, no desenvolvimento da atenção compartilhada e o compartilhar experiências emocionais com os outros.O desenvolvimento da atenção compartilhada, do contato visual, da comunicação receptiva e expressiva são de extrema importância para o atendimento destes estudantes. 

Em parceria com a monitora que acompanha o estudante, realizamos atividades lúdicas focadas nos centros de interesse, com o objetivo de melhorar o desenvolvimento destas áreas citadas anteriormente. Investimos em interações divertidas com o estudante e que incentivem o interesse por mais participações espontâneas em interações. 

Neste dia, confeccionamos um trem inspirado nas histórias de "Thomas e seus Amigos". O estudante participou de todas as etapas do processo e foi um dia muito produtivo!!!






segunda-feira, 13 de junho de 2016

Festa das Etnias na EMEI Luizinho de Grandi: Trabalhando a Diversidade

Na EMEI Luizinho de Grandi, realizados um evento chamado a Festa das Etnias, para envolver as famílias em atividades que trabalhassem a diversidade. Cada turma realizou uma oficina dedicada à cultura de uma etnia. Para o AEE, realizamos uma atividade para trabalhar com as diferenças, envolvendo a diversidade.

Utilizamos uma atividade artística, confeccionando borboletas de variadas cores. Nenhuma ficou igual, todas diferentes e belas, como nós seres humanos!





AEE Escola Altina Teixeira: Sala de Recursos e Cinoterapia

A Cinoterapia é uma terapia utilizada por profissionais de diferentes áreas, utilizando o auxílio de cães. É utilizada como terapia para crianças com problemas psicológicos, de relacionamento e afetivos. Atualmente vem sendo muito utilizada como coadjuvante no atendimento educacional especializado e traz resultados muito positivos. Em um dos atendimentos recebemos a visita de um amiguinho!

Bocos Lógicos: Explorando as figuras geométricas

As atividades utilizando os Blocos Lógicos permitem  raciocinar, explorar e descobrir, fatores que desempenham importante papel na concepção de espaço pela criança.

Os blocos lógicos, pequenas peças geométricas, criadas na década de 50 pelo matemático húngaro Zoltan Paul Dienes, são bastante eficientes para que os alunos exercitem a lógica e evoluam no raciocínio abstrato. Foram utilizados de modo sistemático com crianças pelo psicólogo russo Vygotsky (1890-1934), quando ele estudava a formação dos conceitos infantis.

Eles facilitarão a vida dos alunos nos futuros encontros com números, operações, equações e outros conceitos.

rias atividades são realizadas no AEE, utilizando os Blocos Lógicos, dentre elas: 

JOGO LIVRE
Primeiramente, os alunos reconhecerão o material. Formarão desenhos com as formas dos blocos lógicos, observando e comparando as cores, os tamanhos e as formas. Esse trabalho poderá ser feito em grupo, pois os alunos, através de diálogos, enriquecerão o conhecimento das características físicas de cada bloco. 

5- EMPILHANDO PEÇAS 
Peças do material espalhadas pela mesa (ou pelo chão). Cada aluno deverá pegar uma peça e colocar no centro do grupo, de modo que as peças serão empilhadas uma a uma. O aluno deverá fazer de tudo para a “torre” não cair. Para isso os alunos terão que pensar nas peças mais adequadas para a base, meio ou topo da torre deixando as “piores” para o companheiro seguinte. Nesta atividade os alunos desenvolverão a capacidade de discernimento, raciocínio lógico e motricidade.

6- JOGO DA CLASSIFICAÇÃO 
Apresentar um quadro às crianças para que classifiquem os blocos. Criar junto com os alunos os atributos que serão dados para os tipos de blocos existentes. Exemplos: a) as quatro formas: círculo, quadrado, retângulo e triângulo b) as duas espessuras: grosso e fino c) os dois tamanhos: pequeno e grande d) as cores: amarelo, azul e vermelho Fazer em cartolina um quadro. Escolher alguns atributos e pedir aos alunos que separem os blocos de acordo com os atributos escolhidos. Primeiramente, escolher apenas um atributo (quadrada). Exemplo: separar apenas as peças quadradas. Depois, ir acrescentando atributos (vermelha, fina, pequena). Os alunos irão completar o quadro com a peça quadrada, pequena, fina e vermelha.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

EMEI Luizinho de Grandi - AEE com trabalho colaborativo



Na Escola Luizinho de Grandi, o AEE acontece com um trabalho colaborativo, a maior parte do tempo, em sala de aula. Em função de o aluno estar na Educação Infantil e ter deficiência visual, é preciso realizar um trabalho de integração entre os colegas, para que ele adquira confiança no ambiente de sala de aula.

Segundo o Parecer CNE/CEB Nº 17/01, o projeto pedagógico de uma escola inclusiva deverá atender ao princípio da flexibilidade para que o acesso ao currículo seja adequado às condições do aluno, favorecendo seu processo escolar. Por isso foi pensado o trabalho do AEE junto com a professora de sala de aula do aluno, para alcançar melhor estes objetivos.

A proposta de trabalho colaborativa visa proporcionar o desenvolvimento de práticas pedagógicas inclusivas mais bem-sucedidas, uma vez que propõem uma parceria de trabalho entre profissionais da educação especial e profissionais da educação comum. 

Nas últimas semanas, foram realizadas atividades com a Caixa Sensorial, envolvendo todos os alunos; atividades com massa de modelar e outras atividades artísticas; exploração do ambiente escolar; 




Escola Altina Teixeira - Projeto Autonomia

O trabalho com os alunos da Escola Altina Teixeira prioriza as atividades que desenvolvam a autonomia dos alunos dentro e fora da sala de aula. Iniciamos as atividades do projeto com atividades básicas, como: postura na cadeira, sentar e levantar-se sozinha, ir ao banheiro, abrir e fechar portas, cuidar-se no pátio, etc. Realizamos também atividades com o computador, desenvolvendo habilidades com o mouse, posicionamento, utilização do teclado, tudo através de jogos e brincadeiras. 


O olhar para apessoa com deficiência pode prejudicar sua auto-estima e infantilizar o indivíduo, ou,  fazê-lo se sentir capaz de realizar as atividades diárias. Muitas vezes, não lhes permitimos fazer muitas coisas que são capazes de fazer e que são necessárias para o seu desenvolvimento. Esta super proteção pode ser mais nociva do que a própria deficiência, pois cria uma dependência impedindo que o indivíduo se constitua enquanto sujeito.